Resenha da Depressão: “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry.

Resenha da Depressão: “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry.

Resenha da Depressão: “O Pequeno Príncipe”, de Antoine de Saint-Exupéry.

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Primeiramente, devo agradecer a minha mãe pela insistência.
Era bem verdade que como uma jovem, meu coração já é um tanto adulto.
E como uma adulta, eu tinha um certo “descaso” com essa obra.
O Pequeno Príncipe se tornou um dos meus livros favoritos. E ele, por si só, não precisa de indicações.
Quem sou eu, uma até então pseudo-escritora, para falar de Antoine de Saint-Exupéry?
Le Petit Prince é e sempre será uma daquelas obras imortais. E eu o admiro.
A história basicamente é como qualquer simples conto para crianças. O que mudaria isso? O fato deste incrível clássico dizer, em pequenas indicações, grandes aprendizados. Se o leitor analisar com bastante atenção o texto, vai encontrar pequenas fábulas, que têm como objetivo dar algum tipo de lição.
Agora, consigo ver que o que mais me encantou nessa história foi a sua simplicidade. O Pequeno, em sua mais intensa significância, conquista-nos como cosquistou o nosso querido aviador.
Entretanto, acredito que tudo foi algo inspirado na vida do nosso escritor. Ao meu ver, mais de uma vez, o diálogo entre os dois personagens são contestações de Antoine.
Podemos encarar também exemplos clássicos que tem como referência sua vida pessoal. Seria, por exemplo, a rosa do Pequeno uma inspiração em algum amor de Saint-Exupéry? Eu acredito que sim.

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Também confio plenamente que a raposa foi mais do que uma amiga para o escritor. Um amor tão puro e clichê, afinal esta personagem quer ser conquistada pelo Príncipe. E é nesse momento que surgiram as várias páginas sublinhadas por suas lindas frases.
Moral da história? Bem, quem teve a grande oportunidade de ler sabe dizer.
Me atrevo até a questionar se esse livro não deixa uma impressão diferente a cada leitor, por principalmente nos trazer de volta a infância.
É com sorriso que me lembro dos minutos que chorei ao fim desse livro.
Ao adulto que leu, releia. Ao adulto que não leu, leia.
Tenho certeza que você, assim como eu, voltará há anos atrás; ao tempo que a simplicidade era o que cativava o nosso coração.
Acho que vou tentar comprar alguns lápis-de-cor também. Embora não saiba desenhar e pintar, aprendi que a fisionomia pouco importa, desde que tenhamos em mente uma grande intenção.

Por: A

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