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Os 13 Porquês: Conheça a história do livro e a série incrível do Netflix!

Os 13 Porquês: Conheça a história do livro e a série incrível do Netflix!

Conheça Hannah. Hannah Baker. Uma garota não muito diferente de qualquer outra do ensino médio. Ela tem sonhos, paixões, pressões familiares e tantas outras coisas dos quais se preocupar. E assim como muitas outras garotas, Hannah é uma vítima de bullying. E, infelizmente, como em muitos casos, ela tirou sua vida. Em uma adaptação do livro “Os 13 porquês”, do autor Jay Asher, a série “13 reasons why” está tirando o sono de muita gente. Com um acerto em cheio, não há como negar que o Netflix acaba de lançar uma de suas melhores séries originais até o momento.

 

Oi, é a Hannah. Hannah Baker. Isso mesmo. Não ajuste seu… o que quer que esteja usando para ouvir isso. Sou eu, ao vivo e em estéreo. Sem promessa de retorno, sem bis, e, desta vez, sem atender a pedidos. Pegue um lanche. Acomode-se. Porque vou contar a história da minha vida. Mais especificamente por que minha vida terminou. Se você está ouvindo esta fita… você é um dos porquês”.

 

A HISTÓRIA

Tanto a obra como a série, seguem, em termos gerais, esta linha de raciocínio, abordando a temática de formas relativamente distintas, mas com o mesmo objetivo de levantar a discussão sobre o bullying, uma questão ainda pouco discutida.  Bom, vamos aos principais fatos que deram vida a obra e à série. Como a própria sinopse nos conta, ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker, uma colega de classe e antiga paquera, que cometeu suicídio duas semanas atrás.
Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar, sendo cada um desses associados a uma pessoa especifica, incluído o próprio Clay. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.
Como podemos ver, o objetivo de Clay é embarcar em uma jornada, em sua maior parte extremamente dolorosa, para entender o que levou Hannah a se matar.  Isso, através de 13 fitas que não apenas justificam sua morte, mas que também apontam seus principais contribuintes.

 

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Confira o pôster da série:

 

 

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LIVRO X SÉRIE

A construção da jornada de Clay é abordada de forma bem diferente na série, em que um universo muito mais amplo é explorado. Diferente da obra de Jay Asher, que busca focar exclusivamente nos porquês de Hannah, a série explora, além dos porquês, também as consequências que se formam a partir das fitas e da própria morte de Hannah. Ou seja, enquanto o livro busca focar muito mais em contar acontecimentos passados, a série fará uma comparação entre passado e presente (pós morte de Hannah). Por conta disso, é compreensível que a participação de personagens pouco explorados no livro, passam a serem muito mais ativos na série.

Um bom exemplo disso são os outros “acusados” nas fitas. Assim como no livro, a série é narrada por Clay e Hannah, sendo eles claramente os principais personagens da trama. Entretanto, também veremos fortes acontecimentos dos outros personagens das fitas e a forma que estes estão lidando com as acusações de Hannah. Outro caso bem explicito é a questão do julgamento contra a escola. Por conta de o livro explorar apenas Clay ouvindo as questões passadas, não há muito espaço para a participação dos pais de Hannah. Não que não tenha sido possível que eles realmente terem optado por processar o colégio (seria algo bem justificável na vida real), mas não é tema de discussão do livro.

 

Sinopse e capa do livro:

 

“Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker, uma colega de classe e antiga paquera, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.”

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Capa do livro

 O tempo também é um fator distinto entre livro e série. Visto que o livro é centrado nos porquês de Hannah, não há a necessidade, em questões de texto mesmo, estender a jornada de Clay. Ou seja, ele ouve as fitas em um percurso de tempo muito mais curto que na série, que, obviamente, por conta de seu roteiro muito mais amplo, requer que Clay ouça em um passo muito mais lento as fitas. Muitas outras questões foram adaptadas ou simplesmente modificadas, mas, de longe, a mudança mais chocante é a forma em que Hannah se mata. Diferente do livro, em que Hannah toma remédios, a série optou por uma abordagem muito mais sangrenta. Podemos talvez presumir que, além do impacto cinematográfico de uma morte com muito mais sangue, talvez o objetivo era mesmo criar esse choque no telespectador.

CRÍTICA DA SÉRIE

Não há como assistir essa adaptação e não apontar algumas questões críticas. Pode não ter sido a primeira vez que a questão do bullying foi abordado pela mídia, mas foi com certeza a primeira vez em que a vimos em tão larga escala. As redes sociais foram dominadas e com certeza penetrou nas casas de muita gente.
Além de levantar a questão do bullying, a série conseguiu adaptar o livro de uma forma em que o telespectador realmente se identificasse com a trama, isso, através não apenas de um bom roteiro adaptado, mas também uma ótima escolha de elenco. As pessoas conseguiram se enxergar nos personagens, nos comportamentos mais explícitos, até os mais banais. Além disso, ele apresentou uma série de aprendizagem, como o fato de que a depressão não carrega um “rosto”. Ela pode ser encontrada em qualquer pessoa, desde a mais linda, popular e “perfeita” da turma, até a pessoa mais socialmente afastada. Além disso, buscou nos ensinar que cada um tem sua vida, seu contexto e sua verdade, em que não cabe a nós interferirmos ou julgarmos. Ela também buscou nos mostrar como é importante nos enxergarmos como seres humanos que não apenas respiram, mas que sentem, sentem muito, e que estão sujeitos a enfrentarem dados situações de “n” formas diferentes. Outra questão que foi muito bem abordada é como nós mesmo também podemos ser um dos “porquês”, com ou sem intenção. Que nós também podemos ser influenciados pelo “bando” e que esquecemos muito do próximo ao longo deste percurso.

AJUDA

Um dado curioso que percebemos em relação a morte de Hannah é que ela compreendeu que, ao se matar, ela na verdade estava assumindo controle em relação a sua vida. As pessoas não teriam mais a capacidade de machucá-la. Infelizmente, são muitas as situações em que o comportamento de Hannah se repete na nossa realidade atual.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o suicídio já é a segunda maior causa de mortes entre os jovens, sendo o bullying um dos principais motivos. Além disso, só nos Estados Unidos, cerca de 160 mil estudantes deixam de ir para a escola diariamente por conta do bullying. O bullying ainda é um tema considerado “tabu” nas mesas de discussão, tendo poucos lugares para buscar ajuda. No Brasil, por exemplo, são pouquíssimos os exemplos. Entretanto, não podemos deixar de reforçar o discurso de que a pessoa precisa e deve procurar ajuda.

Assista ao Trailer:

 

O autor:

Jay Asher é um escritor americano contemporâneo de romances adolescentes. Ele nasceu em Arcadia, Califórnia em 30 de Setembro de 1975. Cresceu numa família que o encorajou em todos os seus hobbies, de tocar guitarra à escrever histórias. Ele escreveu o livro “Os 13 Porquês” (Thirteen Reasons Why), Piper, What Light, O Futuro de nós dois ( The future of Us).

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O escritor Jay Asher

A produção da série  é da atriz/ cantora Selena Gomez em conjunto com o Netflix e é um dos maiores sucessos da atualidade. Recomendamos!

Por Yasmin Marie
Edição ~M

Mulheres do século 20: Uma história incrível longa estelado por Annette Bening e Elle Fanning!

Mulheres do século 20: Uma história incrível longa estelado por Annette Bening e Elle Fanning!

Ao som dos ritmos dos anos 70 e a presença das cores vibrantes das roupas da época, o filme Mulheres do século 20, dirigido por Mike Mills (Toda Forma de Amor) , é uma mistura de drama com um leve toque de comédia. Em um conto sobre a relação de uma mãe divorciada e seu filho em plena puberdade, o filme busca explorar a complexa relação entre os dois e os desafios da maturidade. Preocupada em não conseguir guiar seu filho Jamie (Jade Zumann – A Entidade 2) no melhor caminho para a vida adulta, Dorothea (Annette Bening – Beleza Americana) “recruta” duas mulheres para virem morar em sua casa na esperança delas a ajudarem a criar seu filho. Com personalidade distintas, Abbie (Greta Gerwig – Jackie) e Julie (Elle Fanning – Malévola) farão de tudo para ajudar Dorathea e ainda lidar com suas próprias tormentas pessoais.

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Além da história desses quatro personagens, um elemento importante da trama é o próprio século vinte. Em uma série de exibições de grandes acontecimentos da época, acompanhados de uma narração da perspectiva do filho ou da mãe, é possível compreender como os efeitos sociais, políticos e culturais do século passado irá interferir diretamente em suas vidas. O filme é um ótimo exemplo da força feminina de uma época ainda fortemente opressor e os desafios de educar um filho homem através do feminismo. Com atuações brilhantes, dando destaque a protagonista Annette Bening, Mulheres do século 20 já pode ser conferido nos cinemas de todo o Brasil.

Assista ao trailer: Aqui.

Por Yasmin Marie

Edição ~M

Lançamento: Filme ‘A Cabana’ estrelado por Octavia Spencer e inspirado no livro de William P. Young. Confira!

Lançamento: Filme ‘A Cabana’ estrelado por Octavia Spencer e inspirado no livro de William P. Young. Confira!

“Você nunca está tão sozinho quanto pensa.”

Na segunda-feira dia 27/03, recebemos a presença ilustre da atriz Octavia Spencer (Estrelas Além do Tempo e Vidas Cruzadas), no Rio de Janeiro, marcando a pré-estreia do filme A Cabana (The Shark), com roteiro inspirado no livro best- seller de William P. Young.  Como leitora, admito que chorei muito com a experiência de Mack, muito louca diga-se de passagem. Todo o processo de cura interior a que foi submetido naqueles dias em que teve um encontro tão profundo com Deus, na sua essência trina, como Pai, Filho e Espírito Santo. O livro é incrível e durante a leitura imaginei as cenas maravilhosas narradas pelo escritor e no filme vi materializadas de forma tão fiel, delicada e com extrema profundidade. Impossível não se emocionar, rir e sentir o turbilhão de emoções de Mackenzie, o protagonista estrelado pelo ator Sam Worthington, por todos os seus paradigmas quebrados, principalmente ao se deparar com Deus ou Papai, como uma mulher negra com um incrível senso de humor, um Jesus acessível e presente, sem falar do Espírito Santo sob a pele de uma oriental misteriosa e persuasiva.

Sinopse:

“Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.”

Confira o pôster do filme:

 

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O filme é uma experiência particular, seja ela vista pelos olhos da fé, como um processo de cura interior de quem sofreu uma perda irreparável e se afastou de Deus, tendo todos os seus questionamentos demonstrados, sua raiva, mágoa, ressentimento, impotência, bem como refez o caminho de volta, através do amor e perdão.

Se visto com ceticismo, o filme narra uma experiência de quase morte, que produz no personagem principal, uma mudança de conduta, superação e cura. A palavra mais adequada seria resiliência, o filme mostra com sensibilidade como alguém que sofre uma terrível perda, pode superar e seguir em frente de forma saudável, usando a sua história para impactar outras pessoas que passam pela mesma perda.

Assista ao trailer:

A fotografia é incrível, o longa foi filmado no Canadá, nem preciso dizer que foi além do que eu imaginei. Como leitora confesso que merecia o fechamento do livro, esclarecendo como a justiça realmente aconteceu, mas o fim do filme nos dá a sensação de que houve um fim digno.

cab4A atriz Octavia Spencer na coletiva de imprensa concedida no dia 27/03, no hotel Windsor no Rio de Janeiro.

Foto @leitoradadepressao no instagram

 

O filme alcançou as expectativas, tem uma bela lição para transmitir, sobre isso, inclusive a atriz Octavia Spencer relatou na entrevista concedida no Hotel Windsor em Copacabana. A atriz afirmou que ler o livro e interpretar Deus, sob uma ótica de mãe de um filho querido que estava sofrendo, foi muito enriquecedora, a ajudou a melhorar como pessoa e como atriz, e fortaleceu a sua fé e como se relaciona com Deus.

Para saber mais sobre o livro e o filme, acesse o link: Aqui !

Recomendamos o filme, com 5 estrelas, a estreia será no dia 06/04 em todo Brasil pela Paris Filmes, vale a pena assistir!

Por Eliz Assumpção

~M

Negação: Confira a trama incrível sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial!

Negação: Confira a trama incrível sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial!

Baseado em fatos reais, Negação ( do original Denial)  é um filme que apesar de se passar em uma sala fechada de um tribunal, na maior parte do tempo, faz o espectador questionar toda a sociedade humana e colocar em cheque tópicos que soam absurdos de serem questionados.
Com o tema “Comprovar o Holocausto”, o filme é passado ao longo dos anos 90, em que uma dedicada cientista chamada Deborah (Rachel Weisz – Desconhecida) busca denunciar mentiras sobre o Holocausto. Logo no início da trama, Deborah é confrontada por um “historiador” populista e amante de Hitler chamado Irving (Timothy Spall – Harry Potter), que busca a fama através de pronunciamentos sobre a suposta inexistência das câmeras de gás denunciadas ao longo da II Guerra Mundial e que nenhum judeu foi morto a mandado de Hitler.
Soa um tanto absurdo, certo? Entretanto, o caso é levado aos tribunais de justiça de Londres e a defesa de Deborah terá de fazer de tudo, inclusive ir ao campo de concentração de Auschwitz, para comprovar a existência do Holocausto e das câmeras de gás. Isso porque, comprovações físicas e concretas de suas existências são extremamente baixas, visto que os alemães destruíram boa parte das provas ao final da guerra.

Confira o pôster e a sinopse do filme:

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“Deborah E. Lipstadt (Rachel Weisz) é uma conceituada pesquisadora que, em seu livro, ataca veementemente o historiador David Irving (Timothy Spall), que prega que o Holocausto não existiu e é uma invenção dos judeus para lucrar mais. Julgando-se prejudicado pelo que foi publicado, Irving entra com um processo por difamação contra Deborah. Só que, pelas leis britânicas, em casos do tipo é a ré quem precisa provar a veracidade da acusação. Logo ela se vê em uma disputa judicial que, mais do que envolver dois estudiosos da História, pode colocar em dúvida a morte de milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial. “

 

Assista ao trailer:

 

Apoiando boa parte do roteiro em uma explicação profunda sobre o sistema judiciário inglês, o filme apresenta longas conversas entre advogados, acadêmicos e estrategistas. Apesar disso, o filme não cai na monotonia, visto que as abordagens escolhidas pela defesa de Deborah são, ao mesmo tempo que complexas, extremamente emocionantes de serem vistas em ação. Dirigido por Mick Jackson e uma coprodução da BBC, o filme irá agradar o espectador curioso e historicamente movido.
Vale a pena assistir!

Por Yasmin Marie

Quase dezoito: Um filme genial que conta as desventuras de uma adolescente!

Quase dezoito: Um filme genial que conta as desventuras de uma adolescente!

Não há como negar, quando o assunto é tratar de adolescentes, os filmes geralmente seguem o mesmo padrão. Entretanto, graças a genialidade da  roteirista e escritora Kelly Fremon Craig (Recém-formada), “Quase dezoito” é uma mistura perfeita entre humor, tristeza, lutas e desavenças. Contando a história da adolescente Nadine, Craig conseguiu captar de forma brilhante a mente de uma garota, nada muito diferente de qualquer outra, de 17 anos.

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A trama se inicia de forma impactante, em que Nadine confessa ao seu professor que pretende se matar. É então que o filme “volta no tempo”, apresentando ao público os motivos que a levaram a tomar tamanha atitude. Em relação a sua personalidade, Nadine é uma mistura deliciosa entre uma mente para lá de mais madura para sua idade, mas de um coração extremamente fragilizado.

 

Confira o trailer:

Contando com as atuações impecáveis da atriz e cantora Hailee Steinfeld (A Escolha Perfeita 2) e Woody Harrelson (Jogos Vorazes), a dupla de aluna e professor farão os telespectadores rirem e chorarem ao mesmo tempo. Além deles, o filme conta com o novato Hayden Szeto, que interpreta o socialmente deslocado Erwin, que, em meio as suas próprias lutas internas, ajudará Nadine a superar um dos momentos mais difíceis de sua vida.
Com uma boa trilha sonora para somar o sucesso, “Quase dezoito” pode ser conferido, o lançamento foi em fevereiro.

Por Yasmin Marie

Conheça a história do filme Passageiros, estrelado por Jennifer Lawrence!

Conheça a história do filme Passageiros, estrelado por Jennifer Lawrence!

Em um futuro não determinado, cinco mil terráqueos, esses os passageiros da nave Avalon, e outros 250 tripulantes, deixam a Terra em busca de um novo planeta o qual pretendem colonizar. É entendido que este costume já vem sendo adotado há algum tempo, devido a super população da Terra.
Em uma espécie de câmera de hibernação, todos aguardam os longos 120 anos necessários para chegarem ao seu destino. Entretanto, problemas irão surgir quando a nave é atingida por uma chuva de meteoros. Em meio ao caos, uma das câmeras é gravemente comprometida, resultando no despertar de um dos passageiros 90 anos antes do tempo programado.

Confira o pôster e a sinopse do filme:

 

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“Dois passageiros acordam 90 anos antes do tempo programado durante uma viagem de rotina no espaço devido a um mau funcionamento de suas cabines. Sozinhos, Jim e Aurora começam a estreitar o seu relacionamento. Entretanto, a paz é ameaçada quando eles descobrem que a nave está correndo um sério risco e que eles são os únicos capazes de salvar os mais de cinco mil colegas em sono profundo.

Com a participação do ator  Chris Pratt (Guardiões da Galáxia), o ator irá interpretar Jim, o passageiro para lá de azarado da embarcação. Ele será testado a enfrentar e ao mesmo tempo aceitar seu solitário destino. O início da trama irá circular em torno do primeiro ano de Jim e sua luta para “basicamente” não enlouquecer. Eis então que surge Aurora (Jennifer Lawrence – Jogos Vorazes), uma renomada escritora que irá mudar todo o percurso da viagem.
Boa parte do filme irá se basear no conceito de sobrevivência e a necessidade do ser humano de se socializar.
Para os amantes de filmes com alta tecnologia, os efeitos especiais são surpreendentes. Com uma interpretação beirando a perfeição do que é mesmo o espaço, Passageiros é um filme graficamente incrível.

Confira o trailer:

O roteiro, no entanto, deixa a desejar. Com momentos de não muita ação, boa parte do filme consiste na dupla circulando pela nave. O clímax irá surgir na última meia hora do filme, em que, para a surpresa do público, um tripulante irá surgir em cena: o capitão Gus Mancuso (Laurence Fishburne – Matrix).
Para aqueles que desejam conferir  o ‘romance’ de Chris Pratt e Jennifer Lawrence perdidos no espaço, assistam e tirem as suas conclusões.

Por Yasmin Marie

‘Assassin’s Creed’ : Do game ao cinema, confira o filme estrelado por Michael Fassbender!

‘Assassin’s Creed’ : Do game ao cinema, confira o filme estrelado por Michael Fassbender!

Conquistando os fãs de games desde 2007 e, mais tarde, os amantes da literatura, Assassin’s Creed, aposta da empresa Ubisoft, vem transitando cada vez mais em diferentes formatos midiáticos, sendo sua última, as grandes telas do cinema.

 

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Escrito por Michael Lessilie, Adam Cooper e Bill Colage, a trama buscou apresentar ao público uma trama dinâmica, com o uso de inúmeros efeitos de som e imagem. Apesar de ser baseado em uma narrativa já existente, o filme pode ser assistido tanto pelos fãs da franquia, como por novos adeptos.

 

 

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O ator Michael Fassbender

É verdade quando se diz que a trama deixou a desejar em alguns aspectos, especialmente aos olhos dos puristas do game, mas não há como negar que, em comparação a outras adaptações de jogos para as grandes telas, Assassin’s Creed apresentou um resultado além do esperado.
Com as participações de grandes nomes como Michael Fassbender (Jane Eyre) e a francesa Marion Cotillard (A Origem), o longa busca explorar dois universos completamente interligados, mas ao mesmo tempo, tão distintos.

 

Poster e sinopse do filme:

 

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“Callum Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos e, via memória genética, revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Versão para as telonas do game Assassin’s Creed.”

 

Confira o trailer:

 

Como observado no trailer, boa parte do filme se passa durante a inquisição espanhola. Um medo inicial de todo amante de um bom roteiro cinematográfico é a inserção de uma produção claramente americana em terras que seu idioma comum não é o inglês. Felizmente, a produção optou por gravar todas as cenas necessárias em espanhol, dando uma maior veracidade a narrativa.
Apesar de algumas falhas, o filme aposta em várias referências, especialmente do jogo, como jogo de câmera, técnicas de luta, falas e certos signos e objetos.

Para aqueles que gostariam de apostar e assistir a aventura cinematográfica, o filme foi lançado nos cinemas  no dia 12 de janeiro de 2017 pela Fox Film do Brasil. Confiram!

Por Yasmin Marie

Edição por M

Conheça ‘Estrelas Além do Tempo’, a história de mulheres que mudaram os rumos da história!

Conheça ‘Estrelas Além do Tempo’, a história de mulheres que mudaram os rumos da história!

Em uma época em que a segregação racial ainda era extremamente penetrante em solo norte-americano, a história, ao contrário do que se possa imaginar, é contada de uma perspectiva leve, alegre e com muito humor.  O longa é uma adaptação do livro ‘Hidden Figures: The Story of the African- American Women Who Helped Win The Space Race’, (baseado em fatos reais), o filme ‘Estrelas Além do Tempo’ conta a história da norte-americana Katherine Johnson (Taraji P. Henson), uma gênia da matemática que, junto com suas duas amigas e colegas de trabalho, ajudam a operar um dos maiores desafios espaciais dos anos 60, o lançamento do astronauta John Glenn em órbita e seu retorno em segurança.

 

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Com uma trilha sonora contagiante, com participações de Pharell Williams, a trama conta não apenas os grandes desafios enfrentados pelas mulheres nas áreas profissionais, mas os desafios ainda maiores para as mulheres negras.
Em um ambiente (NASA) ironicamente de avanços tecnológicos, mas de estagnação social, o trio de amigas, contando ao lado de Katherine Johnson (Taraji P.Henson – Empire), a fera em tecnologia, Dorothy Vaughn (Octavia Spencer – Histórias Cruzadas) e a aspirante em engenharia, Mary Jackson (Janelle Monáe – Moonlight), serão as protagonistas de inúmeras mudanças e transformações do programa espacial. Buscado contar tanto suas jornadas em conjunto, quanto suas jornadas individuais, não há como o público não se emocionar.

 

 

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Além disso, o filme busca mesclar as imagens da trama com gravações reais da época, como discursos do então presidente J. F. Kennedy e as próprias gravações dos foguetes sendo lançados. Há também uma breve passagem em relação as situações conflitantes entre a Rússia e os EUA, em que a corrida para o espaço e a espionagem por satélites estavam entre os principais tópicos de discussão. Em relação as atuações do elenco, a atriz Taraji P. Henson já é cogitada como uma grande concorrente para o Oscar. Abraçando a personalidade tímida, mas de muita força de Katherine Johnson, Taraji é com certeza a estrela do filme.

 

Confira o trailer:

 

Confira a sinopse:

“1961. Em plena Guerra Fria, Estados Unidos e União Soviética disputam a supremacia na corrida espacial ao mesmo tempo em que a sociedade norte-americana lida com uma profunda cisão racial, entre brancos e negros. Tal situação é refletida também na NASA, onde um grupo de funcionárias negras é obrigada a trabalhar a parte. É lá que estão Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughn (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), grandes amigas que, além de provar sua competência dia após dia, precisam lidar com o preconceito arraigado para que consigam ascender na hierarquia da NASA”.

O filme faturou o prêmio SAG Awards (Sindicato dos atores) por melhor elenco e segue com diversas indicações em outros prêmios do cinema internacional.

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Outro destaque fica no encargo de Kristen Dunst (Homem-Aranha), interpretando a personagem Vivian Michael, uma mulher fria e extremamente rigorosa. Com participações também de Kevin Costner (Dança com Lobos) e Jim Parsons (The Big Bang Theory), o longa foi lançado em janeiro de 2017.

Vale a pena conferir!

Por Yasmin Marie

Edição por M

O Vendedor de Sonhos: conheça a história do filme inspirado no livro de Augusto Cury!

O Vendedor de Sonhos: conheça a história do filme inspirado no livro de Augusto Cury!

“Não tenha medo do caminho, tenha medo de não caminhar.”

 

‘O Vendedor de Sonhos’, filme estrelado pelos atores  Dan Stulbach, Cesar Trancoso, entre outros e dirigido por Jayme Monjardim, promete ser uma história cativante, fazendo jus a obra do escritor e psicoterapeuta Augusto Cury. O longa inspirado em um dos livros mais vendidos no país,  traz uma mensagem de reflexão, esperança e paz.

 

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Os atores Thiago Mendonça , Dan Stulbach e Cesar Trancoso, com o diretor Jayme Monjardim (terceiro da esquerda para direita)


 

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Sinopse do filme:

“Adaptação do best-seller homônimo do psicoterapeuta e escritor Augusto Cury. Júlio César, um psicólogo decepcionado com a vida em geral, tenta o suicídio, mas é impedido de cometer o ato final por intermédio de um mendigo, o “Mestre”. Uma amizade peculiar surge entre os dois e, logo, a dupla passa a tentar salvar pessoas ao apresentar um novo caminho para se viver.”

 

 

Assista ao trailer do filme:

 

 

 

CONHECENDO MAIS SOBRE O LIVRO

O livro de Augusto Cury  foi lançado pela Editora Planeta , é considerado um best- seller com mais de 8 milhões de exemplares vendidos. O autor já lançou mais de 20 livros, sempre batendo recorde de vendas e de público.

Capa e sinopse do livro:

 

 

 

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“Um homem maltrapilho e desconhecido tenta impedir que um intelectual se suicide. Um desafio que nem a polícia nem um famoso psiquiatra tinham sido capazes de resolver. Depois de abalá-lo e resgatá-lo, esse homem, de quem ninguém sabe a origem, o nome ou a história, sai proclamando aos quatro ventos que as sociedades modernas se converteram em um hospício global. Com uma eloquência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos em uma sociedade que deixou de sonhar. Nada tão belo e tão estranho. “

O filme estreia dia 8/12  nos cinemas e o lançamento do filme é pelo Estudio Warner Bros.

Recomendamos!

Por ~M

Conheça a história incrível do filme “Sully: O Herói do Rio Hudson”, estrelado por Tom Hanks e dirigido por Clint Eastwood!

Conheça a história incrível do filme “Sully: O Herói do Rio Hudson”, estrelado por Tom Hanks e dirigido por Clint Eastwood!

Nessa matéria especial temos a opinião de duas colaboradoras em dobradinha Rio/ São Paulo da nossa equipe Leitores Depressivos, sobre um filme incrível que recomendamos: Sully: O Herói do Rio Hudson!

 

“Baseado em fatos reais e em memórias diretamente retiradas do livro Highest Duty: My Search For What Really Matters, de Chelsey ‘Sully’ Sullenberger e Jeffrey Zaslow, o filme Sully: O Herói do Rio Hudson pode ser considerado um Marvel da vida real. Ou seja, uma verdadeira aventura de heróis.

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Livro Highest Duty: My Search For What Really Matters

 

Dirigido pelo consagrado Clint Eastwood (Sobre Meninos e Lobos, Menina de Ouro), a trama é daqueles filmes que fazem a gente sorrir, sofrer, chorar e comemorar tudo ao mesmo tempo. Com atuações brilhantes, principalmente do protagonista Tom Hanks, o filme já está sendo sondado como um possível concorrente ao Oscar. Para aqueles que não se lembram, os norte-americanos foram surpreendidos em pleno começo de ano (2009), com o pouso de um avião no Rio Hudson, Nova Iorque. Entretanto, o filme contará muito mais sobre os dias que seguiram o incidente, em que uma investigação busca entender não apenas as causas da queda do avião, mas também a escolha do piloto Sully (Tom Hanks) em optar por uma aterrissagem na água – considerada uma das mais perigosas a se realizar.
Através da turbulenta reação de Sully após o aterrissagem, o filme busca apresentar ao público diferentes aspectos humanos e psicológicos que podem se manifestar durante momentos de grande transtorno. Optando por cruzar relatos do passado com acontecimentos do presente, o filme argumenta e expõem muito bem todos os aspectos em torno do milagroso pouso. Com uma estreia em terras brasileiras no mês de dezembro, o filme é sem dúvida uma das melhores apostas para o fim do ano.”

Por Yasmin Marie

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Poster do filme:

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Confira o trailer do filme:

 

 

Sinopse do filme:

“15 de janeiro de 2009. Logo após decolar do aeroporto de LaGuardia, em Nova York, uma revoada de pássaros atinge as turbinas do avião pilotado por Chesley “Sully” Sullenberger (Tom Hanks). Com o avião seriamente danificado, Sully não vê outra alternativa senão fazer um pouso forçado em pleno rio Hudson. A iniciativa é bem sucedida, com todos os 150 passageiros a bordo sendo salvos. Tal situação logo transforma Sully em um grande herói nacional, o que não o isenta de enfrentar um rigoroso julgamento interno coordenado pela agência de regulação aérea nos Estados Unidos.”

 

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“O dia 15 de Janeiro de 2009, era pra ser apenas mais um dia comum na carreira do renomado piloto de avião Chesley Sully Sullenberger e dos passageiros que estavam à bordo do Vôo US Airways 1549, se não fosse o incidente ocasionado por um bando de pássaros, que atingiram as turbinas de sua aeronave, ocasionando uma perda de potência tanto na turbina esquerda, quanto na direita, minutos após a decolagem do aeroporto de LaGuardia, em Nova York. Os 208 segundos, foi o tempo necessário para Sully agir da melhor maneira em que poderia ter agido e dissipar a tragédia que acabara de ser iniciada. O pouso de emergência que salvou a vida de 155 pessoas naquela manhã, trouxe bem mais do que sucesso para Sully ou reconhecimento como um verdadeiro herói. O milagre do Rio Hudson, acarretou em um dos mais rudes julgamentos da história da agência reguladora aeroespacial dos Estados Unidos e com absoluta certeza, trouxe também indagações pessoais à Sully, que na verdade, o tempo inteiro fazia questão de ressaltar uma única coisa: a importância da humanidade nos julgamentos. Em meio ao caos instalado por uma sociedade do consumo, cujo principal objetivo é adquirir ainda mais força e retroalimentar seu sistema, a bondade e o belo caráter de nosso herói, que em momento algum tomou as honras sozinho, fizeram todos em seu julgamento enxergar de modo diferente e ainda mais real o que, de fato, havia acontecido no ar. “Nunca ninguém foi treinado para um incidente como esse.”
A sensibilidade que o roteirista Todd Komarnicki traz ao filme, junto com a brilhante direção de Clint Eastwood, reforça questões esquecidas pela correria do nosso dia-a- dia e o quanto banalizamos a responsabilidade que cada um deve exercer dentro desta sociedade. Tom Hanks fez com que o milagre do Rio Hudson ganhasse ainda mais força e sem dúvidas, Eastwood não poderia ter feito escolha melhor para o papel do piloto Sully.
O episódio real, transmitido cenograficamente nas telas do Brasil no dia 2 de Dezembro, promete te deixar pensativo e ao mesmo tempo, com muita vontade de reformular o seu caráter humano em apenas 1 hora e 36 minutos de muita emoção. Não perca a oportunidade de viver essa emoção! Corra para garantir seu ingresso!”

Recomendamos!

Por Rafaella Salles

Edição por ~M